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Golpes Bancários e Pix

15 golpes financeiros comuns em 2026: como se proteger

Conheça as principais abordagens usadas pelos criminosos, aprenda a identificar sinais de fraude e saiba como agir para proteger seus dados e seu dinheiro.

Golpes financeiros podem começar com uma ligação, um anúncio, uma mensagem no WhatsApp, um boleto, uma falsa oferta de empréstimo ou uma página muito parecida com o site de uma empresa conhecida.

Em muitos casos, o criminoso já possui informações verdadeiras, como nome, CPF, endereço ou dados de familiares. Esses dados são usados para tornar a abordagem mais convincente.

A tecnologia também facilitou a criação de páginas falsas, documentos, áudios e vídeos que imitam pessoas conhecidas. Por isso, reconhecer apenas a aparência de uma empresa, um número de telefone ou uma voz já não é suficiente para confirmar a legitimidade de um contato.

Este guia reúne 15 modalidades presentes em alertas recentes de órgãos como Banco Central, INSS, Receita Federal, Anatel, Comissão de Valores Mobiliários e áreas de segurança digital do governo.

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A lista não representa um ranking estatístico. Ela reúne golpes recorrentes e relevantes nos alertas oficiais consultados em 25 de julho de 2026.

Quais sinais aparecem em diferentes golpes financeiros?

Embora as abordagens mudem, muitos golpes apresentam características semelhantes:

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  • pressão para agir imediatamente;
  • promessa de dinheiro fácil ou vantagem muito acima do mercado;
  • cobrança antecipada;
  • pedido de Pix para pessoa desconhecida;
  • link recebido por mensagem;
  • solicitação de senha ou código de autenticação;
  • orientação para instalar aplicativo;
  • pedido de acesso remoto ao celular;
  • ameaça de bloqueio de CPF, conta ou benefício;
  • tentativa de impedir que a vítima procure a empresa por outro canal.

Sempre que uma proposta reunir um ou mais desses elementos, interrompa o contato e procure o canal oficial da instituição.

1. Golpe do falso empréstimo

O golpe começa com uma oferta de crédito aparentemente vantajosa. O anúncio pode prometer aprovação garantida, juros muito baixos, crédito para negativado ou liberação imediata.

Depois de solicitar documentos e simular a aprovação, o falso atendente cobra um pagamento antecipado. A cobrança pode ser apresentada como:

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  • taxa de liberação;
  • seguro do empréstimo;
  • taxa de cadastro;
  • custo de cartório;
  • pagamento de IOF;
  • depósito de garantia;
  • tarifa do Banco Central;
  • valor para aumentar o score.

O Banco Central orienta o consumidor a não realizar pagamento antecipado para obter empréstimo. Também recomenda contratar somente com instituições autorizadas.

Como se proteger

  • Não pague para receber um empréstimo.
  • Desconfie de aprovação garantida.
  • Verifique qual instituição concederá o crédito.
  • Pesquise se a instituição é autorizada pelo Banco Central.
  • Não envie documentos antes de confirmar a identidade da empresa.
  • Confira juros, parcelas e Custo Efetivo Total no contrato.

Veja também como escolher um empréstimo pessoal com segurança.

2. Golpe do Pix com falso pedido de dinheiro

Nesse golpe, o criminoso se passa por familiar, amigo, fornecedor ou funcionário de uma empresa e solicita uma transferência urgente.

A abordagem pode ocorrer por meio de:

  • número novo no WhatsApp;
  • conta de rede social invadida;
  • perfil com fotografia copiada;
  • áudio ou vídeo manipulado;
  • falso pagamento de conta;
  • pedido para transferir para uma terceira pessoa.

O uso de dados verdadeiros, fotografias e até imitações de voz não comprova a identidade de quem está fazendo o pedido.

Como se proteger

Antes de transferir, telefone para a pessoa usando um número que você já conhecia. Faça uma pergunta cuja resposta não esteja disponível nas redes sociais e confira o nome do destinatário apresentado pelo banco.

Não confirme o pedido pelo mesmo canal utilizado na abordagem suspeita.

3. Golpe da falsa devolução de Pix

O criminoso afirma que fez um Pix por engano e pede a devolução para outra chave. Em algumas variações, apresenta um comprovante falso. Em outras, existe uma transferência real, mas a vítima é orientada a enviar o dinheiro para uma conta diferente.

O Banco Central recomenda conferir primeiro o extrato. Se o valor realmente entrou, a devolução deve ser feita pela função específica de devolução da própria transação, quando disponível.

Como se proteger

  • Não confie apenas no comprovante enviado.
  • Consulte o extrato diretamente no aplicativo bancário.
  • Não faça um novo Pix para uma chave diferente.
  • Use a opção de devolução vinculada à transação original.
  • Procure o banco em caso de dúvida.

4. Golpe do WhatsApp falso ou clonado

O criminoso utiliza a fotografia e o nome da vítima ou invade uma conta para pedir dinheiro aos contatos.

A mensagem normalmente apresenta uma justificativa urgente, como troca de número, problema no banco, pagamento vencido ou necessidade médica.

A Anatel orienta que pedidos inesperados sejam confirmados por ligação ou outro canal conhecido.

Como se proteger

  • Ative a confirmação em duas etapas no WhatsApp.
  • Nunca informe o código de ativação recebido por SMS.
  • Proteja o correio de voz da linha.
  • Limite a visualização pública da foto de perfil.
  • Confirme pedidos de dinheiro por ligação.
  • Avise seus contatos se sua conta for invadida.

5. Golpe da falsa central de atendimento

A vítima recebe uma ligação de alguém que se apresenta como funcionário do banco. O falso atendente informa que existe uma compra suspeita, um empréstimo, uma invasão ou uma tentativa de Pix.

Em seguida, tenta obter senhas, códigos, instalação de aplicativo ou transferências para uma suposta “conta segura”.

O telefone exibido na tela pode ser manipulado. Portanto, o número aparentemente correto não comprova que a ligação veio do banco.

Como se proteger

  • Encerre a chamada.
  • Espere alguns minutos antes de telefonar para o banco.
  • Use o número do aplicativo, do site oficial ou do verso do cartão.
  • Não instale programas indicados por telefone.
  • Não forneça senha ou código de autenticação.
  • Não faça Pix para “cancelar” ou “testar” uma operação.

O CTIR Gov alerta que ligações fraudulentas podem misturar dados verdadeiros com informações falsas para convencer a vítima.

6. Golpe do boleto falso

Criminosos alteram o beneficiário ou o código de pagamento de um boleto. O documento pode chegar por e-mail, mensagem, correspondência ou até aparecer em uma página falsa.

Ao pagar, o dinheiro é enviado para uma conta controlada pelo golpista.

Como se proteger

Antes de confirmar o pagamento, confira:

  • nome do beneficiário;
  • CPF ou CNPJ;
  • instituição destinatária;
  • valor;
  • descrição da cobrança;
  • origem do boleto.

O Banco Central recomenda emitir boletos diretamente no site ou aplicativo da empresa. Caso os dados apresentados pelo banco sejam diferentes, não conclua o pagamento.

7. Golpe do cartão e da maquininha

Nesse tipo de fraude, o criminoso pode copiar os dados do cartão, observar a senha, trocar o cartão da vítima ou apresentar um valor diferente na maquininha.

Uma variação comum ocorre quando a tela está quebrada ou escondida e a vítima não consegue conferir o valor antes de digitar a senha.

Como se proteger

  • Não entregue o cartão sem acompanhar o manuseio.
  • Confira o valor antes de digitar a senha.
  • Verifique se o cartão devolvido é realmente o seu.
  • Cubra o teclado ao informar a senha.
  • Ative notificações de compras.
  • Bloqueie o cartão imediatamente ao identificar uma operação desconhecida.

Leia também o guia sobre como proteger o cartão contra golpes por aproximação.

8. Golpe do falso motoboy ou falso presente

O criminoso liga em nome do banco e afirma que o cartão foi fraudado. Depois, orienta a vítima a cortar o cartão e entregá-lo a um motoboy para análise.

Em outra versão, a pessoa recebe um suposto presente e precisa pagar uma pequena taxa na maquininha. O valor digitado ou debitado pode ser muito maior.

Bancos não enviam funcionários para buscar cartões, senhas ou documentos na residência do cliente.

Como se proteger

  • Não entregue cartão a desconhecidos.
  • Não informe a senha por telefone.
  • Não aceite maquininhas com a tela escondida.
  • Não pague taxa para receber presente inesperado.
  • Destrua o chip ao inutilizar um cartão.

9. Golpe do link falso e phishing

A vítima recebe uma mensagem com um link para atualizar cadastro, consultar dívida, receber benefício, rastrear encomenda ou corrigir um suposto problema bancário.

A página imita um site legítimo e captura informações como:

  • CPF;
  • senha;
  • número do cartão;
  • código de segurança;
  • credenciais da conta GOV.BR;
  • códigos de autenticação.

Como se proteger

  • Não entre em serviços financeiros por links recebidos.
  • Digite o endereço oficial no navegador.
  • Verifique cuidadosamente o domínio.
  • Desconfie de letras trocadas e endereços muito longos.
  • Não instale arquivos ou aplicativos enviados por desconhecidos.
  • Use senhas diferentes para serviços importantes.

Para operações bancárias, veja também o guia de segurança no internet banking.

10. Golpe usando o nome do governo

Criminosos imitam órgãos públicos e afirmam que existe uma dívida, CPF bloqueado, encomenda retida, benefício disponível ou cobrança judicial.

Em 2026, o Centro Integrado de Segurança Cibernética do Governo Digital alertou sobre mensagens de WhatsApp que utilizavam dados pessoais reais, símbolos oficiais e páginas falsas para cobrar boletos ou Pix.

O domínio oficial do Governo Federal termina em gov.br. Mesmo assim, não basta olhar somente a aparência da página: o endereço completo deve ser verificado.

Como se proteger

  • Não pague cobranças recebidas por WhatsApp.
  • Não clique no link enviado.
  • Acesse o serviço oficial digitando o endereço.
  • Desconfie de ameaças e prazos muito curtos.
  • Não confie apenas porque a mensagem possui seus dados corretos.

11. Golpe do dinheiro esquecido

O golpista afirma que existe um valor disponível no Sistema de Valores a Receber e cobra uma tarifa para mostrar ou liberar o dinheiro.

A consulta oficial é gratuita. O Banco Central não envia links nem solicita pagamento para devolver valores.

Como se proteger

  • Acesse apenas o sistema oficial do Banco Central.
  • Não pague taxa de consulta ou liberação.
  • Não informe sua senha GOV.BR.
  • Não confie em mensagens que já informam um suposto valor.
  • Não faça Pix para receber o resgate.

Confira o passo a passo sobre como consultar dinheiro esquecido sem cair em golpes.

12. Golpe do empréstimo consignado não reconhecido

A pessoa descobre um contrato ou desconto que não autorizou. A fraude pode envolver uso indevido de documentos, falsificação de assinatura, biometria obtida de forma enganosa ou acesso indevido ao Meu INSS.

Beneficiários devem acompanhar regularmente o extrato de empréstimos consignados.

Como se proteger

  • Não envie fotografias de documentos a desconhecidos.
  • Não forneça senha do Meu INSS.
  • Não faça reconhecimento facial durante atendimento não confirmado.
  • Mantenha o benefício bloqueado quando não estiver contratando.
  • Confira contratos e descontos periodicamente.
  • Conteste imediatamente uma operação desconhecida.

A OP Cred possui um guia específico sobre empréstimo consignado não reconhecido e pedido de exclusão.

13. Golpe com abertura de conta usando identidade falsa

Dados e documentos roubados podem ser usados para tentar abrir contas em nome de outra pessoa. Essas contas podem servir para receber dinheiro de fraudes ou contratar serviços financeiros.

O Banco Central criou o BC Protege+, serviço gratuito que permite informar ao sistema financeiro que o cidadão não deseja abrir novas contas naquele momento.

A proteção não é automática: precisa ser ativada pelo titular na área Meu BC.

Como se proteger

  • Proteja fotografias de documentos.
  • Evite enviar documentos por canais não confirmados.
  • Ative a verificação em duas etapas na conta GOV.BR.
  • Considere ativar o BC Protege+.
  • Consulte os relacionamentos bancários associados ao CPF.
  • Conteste instituições desconhecidas.

O Registrato do Banco Central pode ajudar a localizar relacionamentos e operações informadas pelas instituições financeiras.

14. Golpe da falsa prova de vida ou visita do INSS

Criminosos podem se passar por servidores do INSS e pedir documentos, fotografias, senhas ou dados bancários. Também podem aparecer na residência da vítima alegando necessidade de prova de vida, revisão ou regularização.

Em alerta atualizado em julho de 2026, o INSS informou que não envia servidores à residência para solicitar dados pessoais, senhas, documentos ou informações bancárias.

Como se proteger

  • Não permita a entrada de visitante não agendado.
  • Não entregue documentos.
  • Não faça biometria ou reconhecimento facial por orientação de desconhecidos.
  • Confirme qualquer procedimento pelo Meu INSS ou pela Central 135.
  • Não faça pagamentos ou transferências.

15. Golpe do falso investimento e da pirâmide financeira

A vítima recebe uma promessa de rentabilidade elevada, rápida e aparentemente sem risco. A oferta pode utilizar o nome de uma empresa conhecida, influenciador, corretora ou profissional do mercado financeiro.

Em alguns casos, a plataforma mostra lucros falsos para estimular novos depósitos. Quando a pessoa tenta sacar, surgem cobranças de imposto, taxa de liberação ou garantia.

A Comissão de Valores Mobiliários alerta também para a fraude de identidade corporativa, na qual criminosos copiam nome, CNPJ, site ou documentos de uma empresa legítima.

Como se proteger

  • Desconfie de rentabilidade garantida.
  • Não invista por pressão de grupo ou influenciador.
  • Confirme a identidade e o canal da empresa.
  • Consulte registros e alertas da CVM.
  • Não pague antecipadamente para liberar saque.
  • Evite propostas cujo foco principal seja trazer novos participantes.

Uma empresa existir ou possuir registro não comprova que o contato recebido pertence realmente a ela. Confirme telefone, site e destinatário do pagamento.

O que fazer imediatamente após cair em um golpe?

Agir rapidamente pode ajudar a limitar o prejuízo, mas nenhuma medida garante a recuperação integral do dinheiro.

1. Interrompa o contato

Não faça novos pagamentos, mesmo que o criminoso prometa devolver o primeiro valor.

2. Avise o banco

Entre em contato imediatamente pelo canal oficial. Informe as transações, peça o bloqueio de cartões e acessos e registre a contestação.

3. Solicite o MED quando o pagamento tiver sido feito por Pix

O Mecanismo Especial de Devolução pode ser solicitado à instituição financeira em casos de fraude envolvendo Pix.

Segundo o Banco Central, o pedido pode ser feito em até 80 dias após a transação. Entretanto, quanto mais rápido a vítima agir, maiores podem ser as possibilidades de bloqueio dos recursos.

A devolução não é garantida. Ela depende da análise das instituições e da existência de dinheiro nas contas envolvidas.

Veja o procedimento detalhado no artigo Golpe do Pix: o que fazer imediatamente.

4. Troque as senhas

Altere as senhas de e-mail, banco, redes sociais e conta GOV.BR que possam ter sido comprometidas. Ative a verificação em duas etapas.

5. Remova aplicativos suspeitos

Se instalou algum programa por orientação de um falso atendente, interrompa a conexão do aparelho e procure suporte técnico confiável.

6. Guarde as provas

Preserve:

  • mensagens;
  • números de telefone;
  • endereços dos sites;
  • comprovantes;
  • chaves Pix;
  • nome do destinatário;
  • contratos;
  • documentos enviados;
  • capturas de tela.

7. Registre boletim de ocorrência

Informe os detalhes da fraude e apresente os documentos disponíveis. O registro também pode ser solicitado pelo banco durante a análise.

8. Procure os canais de reclamação

Se a instituição não resolver a demanda, o consumidor pode procurar o Procon, o Consumidor.gov.br ou o Poder Judiciário. Também é possível registrar reclamação no Banco Central quando o problema envolver uma instituição supervisionada.

Como reduzir o risco de golpes financeiros

Algumas práticas aumentam a proteção no dia a dia:

  • mantenha celular e aplicativos atualizados;
  • use bloqueio de tela e biometria;
  • não reutilize senhas;
  • ative a verificação em duas etapas;
  • limite a exposição de dados nas redes sociais;
  • habilite notificações bancárias;
  • confira destinatários antes de pagar;
  • mantenha limites de Pix compatíveis com sua necessidade;
  • não permita acesso remoto ao aparelho;
  • procure empresas pelos canais oficiais;
  • converse com familiares idosos sobre abordagens recentes.

Perguntas frequentes

O Banco Central entra em contato para liberar empréstimos?

Não. O Banco Central não aprova propostas individuais, não cobra taxas para liberar empréstimos e não solicita depósitos para autorizar operações.

É permitido cobrar uma taxa antes de liberar o empréstimo?

A cobrança antecipada para liberar o dinheiro é um importante sinal de fraude. O Banco Central orienta o consumidor a não fazer pagamento antecipado para obter empréstimo.

Todo pedido de Pix por WhatsApp é golpe?

Não, mas qualquer pedido inesperado deve ser confirmado por outro canal. Não confie apenas em fotografia, voz, vídeo ou dados pessoais apresentados na conversa.

O MED garante a devolução do Pix?

Não. O mecanismo permite a análise e o possível bloqueio de recursos, mas a recuperação depende da confirmação da fraude e da existência de saldo.

O banco pode pedir minha senha?

Senhas, códigos de autenticação e tokens são pessoais. Não devem ser informados por telefone, mensagem, e-mail ou visita de suposto funcionário.

Como saber se uma empresa financeira é autorizada?

Consulte diretamente a relação de instituições autorizadas no site do Banco Central. Correspondentes bancários devem informar qual instituição financeira é responsável pela operação.

O Registrato impede novas fraudes?

Não. O Registrato é uma ferramenta de consulta. Para comunicar que não deseja abrir novas contas, existe o BC Protege+.

Conclusão

Os golpes financeiros mudam de aparência, mas costumam explorar três fatores: confiança, urgência e expectativa de vantagem.

Antes de pagar, enviar documentos ou informar códigos, pare e confirme a solicitação por um canal oficial.

Não confie apenas no número exibido na ligação, na fotografia do perfil, no logotipo, no documento recebido ou nos dados pessoais apresentados pelo suposto atendente.

Instituições legítimas não precisam que o cliente esconda a operação, transfira dinheiro para uma “conta segura” ou entregue senhas para cancelar uma fraude.

Quando houver suspeita, interrompa o contato e procure diretamente o banco, a empresa ou o órgão público envolvido.

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Fonte
Banco Central — FAQ sobre golpesBanco Central — Segurança no PixBanco Central — BC Protege+CISC/Gov.br — Golpistas se passando por entidades do governoINSS — Golpe da falsa visita para solicitar dadosAnatel — Golpe do WhatsApp falsoReceita Federal — Golpes mais comuns.CVM — Ofertas e atuações irregulares

OP CRED

Especialista em produção de conteúdo informativo e educativo, com foco em finanças pessoais, crédito, economia e serviços financeiros. Atua na análise e tradução de dados oficiais, indicadores econômicos e produtos financeiros para uma linguagem clara, acessível e útil ao público em geral. Produz conteúdos jornalísticos, guias práticos e análises comparativas com o objetivo de ajudar o leitor a tomar decisões mais conscientes sobre crédito, empréstimos, bancos, fintechs e planejamento financeiro.
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